17 de fevereiro de 2016

Canoas Havaianas - XIII Volta à Ilha de Santo Amaro

Prova mais longa do Mundo na canoagem oceânica, o 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas está confirmado para o dia 12 de março. Nesta edição, serão 20 equipes, a maior participação até hoje, enfrentando os 75 km de percurso, entre mar, trecho de rio e do Porto de Santos, numa disputa de resistência, força e estratégia. Os atletas largarão na praia da Aparecida, em Santos, e circundarão toda a ilha onde fica Guarujá, passando pelo Rio Bertioga. Cada equipe terá nove competidores, sendo seis na canoa e três para o revezamento (indo no barco do apoio), feito em qualquer ponto do trajeto, com a embarcação em movimento, garantindo ainda mais emoção à competição. “A cada ano temos procurado aumentar o número de equipes e, desta vez, passamos de 14 para 20. As vagas foram preenchidas rapidamente e com muita facilidade, porque o esporte tem crescido muito”, destacou o organizador do evento e um dos principais entusiastas da canoa havaiana. “Que tenhamos registro, esta é considerada a maior prova do mundo, feita direta, sem parada e no mesmo dia”, disse.
Foto Douglas Aby Saber
Responsável pelo desenvolvimento da canoa havaiana em várias partes do Brasil, Fábio Paiva destaca particularidades da prova, que hoje tem como recordistas os bicampeões da equipe Samu Team Brasil, com incríveis 5 horas 52 minutos e 3 segundos. “É sem dúvida a prova muito mais difícil do que qualquer outra. Muito complexa e começa com a seleção dos nove atletas. Os apoios também são fundamentais, pois ficam horas no barco e se enjoarem, atrapalharão todo o trabalho”, afirma. “Lógico que o preparo físico conta bastante, mas o emocional e a estratégia são fundamentais. Todos que já fizeram esta prova são unânimes em dizer que entramos uma pessoa e saímos outra”, complementa Paiva, ressaltando a participação de equipes da Bahia e do Distrito Federal (treinam no lago Paranoá). Também participarão times de Santa Catarina e Rio de Janeiro, além dos paulistas.

Outra atração é a equipe Imua Loucaos, só com atletas da categoria júnior, dos 13 aos 18 anos, com destaque para o campeão de SUP infantil, Guilherme Cunha, de 13 anos. Ainda entre os destaques, o experiente canoísta de Bertioga, da equipe Brucutus, Everdan Riesco, presente em todas as edições do evento. Em disputa as categorias open masculina, feminina, mista (sempre três homens e três mulheres na canoa) e master.

A prova terá concentração, início e final em frente ETEC Dona Escolástica Rosa, à Avenida Bartolomeu de Gusmão, 111, na Praia da Aparecida, próxima ao Canal 6. A largada será no estilo “Le Mans”, com as canoas saindo da areia, às 9h30. O primeiro trecho será pelo mar, com cerca de 40 km, passando por todas as praias de Guarujá. O restante será em águas calmas pelo Canal de Bertioga até o Porto e depois para a chegada. As equipes que não chegarem ao Forte de São João, em Bertioga, até 14h30, terão a participação encerrada.

Junto às disputas no mar, o 13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro terá uma função social. Todas as equipes doarão latas de leite Nan, Sustagem ou Nutren Kids, que nesta edição serão entregues para a Abraccii – Associação Brasileira de Apoio e Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. “Todos os anos colaboramos com uma entidade que faz um trabalho social na comunidade e teremos uma premiação especial para a equipe que trouxer mais latas de leite Nan, Sustagem ou Nutren Kids. Em todas as edições sempre damos muita atenção ao projeto social e a receptividade é muito boa”, anuncia Carla Greco, da organização do evento.
Foto Douglas Aby Saber
13º Desafio Onbongo Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas tem os patrocínios de Caiaques Opium Hightec, Onbongo, Embraport e Farma Conde. Apoio: Semes (Promifae), Prefeitura Municipal de Santos, FMA Notícias, 98 FM, Vit Shop, Panificadora Rainha da Barra, Thiago Árias Personal Studio & Pilates, Navega São Paulo Praia Grande, IDK – Instituto DAKPA, Capitania dos Portos, Praticagem e Corpo de Bombeiros. Organização da Canoa Brasil, com supervisão da Abracha – Associação Brasileira de Canoa Havaiana.

 Por Fábio Maradei

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