24 de fevereiro de 2016

Alexandre Ferraz encara Jaws na remada

A Temporada Havaiana 2015/16 funcionou como um divisor de águas para o big rider pernambucano Alexandre Ferraz. Com performances sólidas nos maiores swells do Inverno haviano - incluindo a épica ondulação que quebrou 15 de janeiro, em Jaws, no qual encarou a maior onda da sua vida, na remada -  feito que  pode lhe render uma classificação para a final do XXL, o Oscar do Surfe em ondas grandes.  
Ferraz encara uma das mais poderosas ondas havaianas na remada / Foto Bidu
Formado em Educação Física, Xandinho fez uma preparação intens  ao longo do ano, o que de acordo com ele, fez a diferença: “com certeza meu treinamento fez total diferença. O funcional, a natação, a yoga e uma alimentação balanceada foram fundamentais para o sucesso da empreitada. Essa rotina me ajudou muito a manter o alto nível de performance no Havaí”, analisa ele lembrando dos perigos do local: “passei o maior perrengue da minha vida ficando duas ondas embaixo da água durante minha sessão em Jaws. Nesse dia pensei que ia apagar e ali tive a certeza de que todo esforço valeu a pena”, completa. Ainda sobre Jaws, diz ele:

“A Temporada rendeu mais do que esperava. Eu estava preparado para isso, pois em ano de "El Niño" nós, surfistas de ondas gigantes, sabíamos que teríamos um grande desafio pela frente e que o Hemisfério Norte iria bombar. Durante o mês de janeiro tivemos quatro grandes ondulações, das quais consegui estar presente em três, e pegar uma onda que acredito ter sido uma das maiores já surfadas na remada até hoje”, diz ele rerferindo-se ao 15 de janeiro em Jaws. Xandinho lembra da importância da preparação realizada ao longo do ano. Xandinho acredita que Jaws é o maior desafio para qualquer surfista que goste do big surf. Ele acrescenta que surfar ali é para uma minoria muito bem preparada e experiente.

Fernando de Noronha 2016 -  Sua próxima parada será o Arquipélago de Fernando de Noronha, onde segundo ele lapidou seu surfe e aprendeu a domar as maiores da série. “Pensar em Noronha sempre causa uma boa ansiedade, pois foi na Cacimba do Padre onde aprendi a encarar ondas grandes, inclusive ganhando o premio Greenish 2008, pela maior onda surfada no Brasil na época. Já são mais de 15 temporadas, tenho muitos amigos, lá é minha casa”, afirma o big rider que já tem planos pós Noronha: "pretendo surfar no México e monitorar os swells que entrarão em Teahupoo, noTahiti, ondas dos meus Sonhos. Mas ainda estou fazendo o planejamento  junto aos patrocinadores", conclui.

Fonte Mídia Bacana

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