18 de outubro de 2015

Mais de 170 surfistas competem no QS 6000

A Ilha de Santa Catarina já está recebendo os surfistas de 24 países que vão competir no QS 6000 Red Nose Pro Florianópolis SC, que começa na próxima terça-feira na Praia do Santinho. São mais de 170 inscritos, mas o limite inicial é de 144 participantes para etapas de 6.000 pontos do WSL Qualifying Series e a prioridade é para os mais bem ranqueados. O evento vai abrir a "perna brasileira" de fim de ano da WSL South America com três provas decisivas na disputa pelas últimas vagas na lista dos dez indicados para completar a elite dos top-34 da World Surf League em 2016. Cinco surfistas já confirmaram seus nomes e três são brasileiros, como os principais cabeças de chave do Pro Florianópolis SC. O número 1 é o atual campeão sul-americano da WSL South America, Alex Ribeiro, que desembarcou na quinta-feira para já ir treinando na Praia do Santinho. O outro é o também paulista Caio Ibelli, mas o primeiro a conquistar classificação para o WCT foi o catarinense Alejo Muniz, que não vai competir porque sofreu uma contusão participando da etapa encerrada na quinta-feira com vitória do campeão mundial Gabriel Medina na França.
Alex Ribeiro (SP) / Foto Sean Rowland - WSL
A Austrália com vinte participantes e os Estados Unidos com dezenove, formam os maiores pelotões estrangeiros entre os 24 países que estarão representados na Praia do Santinho. Serão 41 brasileiros enfrentando ainda dez surfistas do Havaí, nove da França, seis de Portugal, seis da Espanha, seis da África do Sul, quatro do Japão, três do Chile, três da Ilha Guadalupe, dois da Argentina incluindo Santiago Muniz, vice-campeão na final contra Michael Rodrigues na Praia da Joaquina no ano passado, mais dois do Peru, dois da Costa Rica, dois da Ilha Reunião e outros nove países terão um atleta se apresentando na Praia do Santinho, Uruguai, Venezuela, Porto Rico, Taiti, Itália, Marrocos, Nova Zelândia, Indonésia e São Bartolomeu.

Os principais cabeças de chave de cada país são o número 1, Alex Ribeiro do Brasil, o 2 Kanoa Igarashi dos Estados Unidos, o 4 Ryan Callinan da Austrália, o 5 Joan Duru da França, o destaque do Havaí é Tanner Hendrickson (11.o cabeça de chave), que saiu do G-10 na etapa passada em Portugal, do Japão é Hiroto Ohhara (10.o) campeão do QS 10000 US Open of Surfing, da África do Sul é Beyrick De Vries (25.o), de Portugal é o carioca Pedro Henrique (29.o) quem está mais próximo da zona de classificação para o WCT, da Espanha é o ex-top da elite Aritz Aranburu (44.o), de Guadalupe é Charles Martin (18.o) e do Chile é Manuel Selman (106). Estes são os países com três ou mais representantes.

Com dois tem a Argentina com Santiago Muniz (23.o cabeça de chave) sendo o mais bem colocado no WSL Qualifying Series, do Peru é Miguel Tudela (58), da Costa Rica é Noe Mar McGonagle (18.o) e da Ilha Reunião o principal é Medi Veminardi (41). E a relação dos nove países que terão um representante no Red Nose Pro Florianópolis SC começa pela Nova Zelândia de Billy Stairmand (16.o), segue com a Itália de Leonardo Fioravanti (36), Marrocos com Ramzi Boukhiam (57), Porto Rico com Brian Toth (70), Indonésia com Oney Anwar (79), Uruguai com Marco Giorgi (80), São Bartolomeu com Dimitri Ouvre (82), Taiti com Mihimana Braye (96) e Venezuela com Francisco Bellorin (99).

Por João Carvalho 

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