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31 de dezembro de 2011

"Kirra" na busca da onda perfeita

Considerada uma das ondas mais perfeitas do mundo, Kirra é sinônimo de tubos longos e profundos. Quem não se lembra da sessão perfeita com Mick Fanning, Joel Parkinson e Dean Morrisson, no filme "3 Degrees"?
Kirra / Crédito site Ray White
Mas, quem quiser surfar esta onda, além do numeroso crowd, tem de ter muita sorte e esperar meses e meses para que ela volte a "ressurgir". Isto porque Kirra é uma onda que nem sempre funciona. É verdade, a onda que fez as delícias de diversos realizadores e fotógrafos durante anos, já não funciona com a mesma consistência dos velhos tempos.

O que terá acontecido então? Vários fatores foram modificando a formação das ondas e alterando a bancada, durante anos e anos. Um dos principais  fatores foi a ampliação dos molhes do rio Tweed, em meados da década de 60, provocando uma alteração no fluxo da areia do mar. Isto, aliado à ocorrência de vários ciclones, na mesma década, provocou a erosão nas praias a norte do rio, entre elas Kirra.
No início dos anos 70, uma das soluções que o governo australiano encontrou para proteger Kirra, foi a construção de um molhe (Kirra Point Groyne) no lado sul da praia. Curiosamente, este molhe foi construido de forma a favorecer a formação de excelente ondas. Anos mais tarde, ainda foi construído outro molhe (Mile Street Groyne) mais a sul.
Kirra / Crédito site Daily Stoke
Os surfistas locais, afirmam que esta foi a época em que a onda funcionou melhor. Além de longa, era bastante tubular. Na altura, foram realizados alguns filmes e diversos campeonatos na onda, o que levou a um grande aumento do turismo e da população em torno do local.

Vários surfistas que treinam regularmente nesta onda, hoje em dia são ex-campeões do mundo e surfistas de renome. Entre eles, destacam se nomes como Michael Petersen, Wayne "Rabbit" Bartholomew, Mick Fanning, Joel Parkinson e Dean Morrison. Além destes, Kirra tem um dos crowds mais competitivos do mundo e vários surfistas top são vistos por lá diversas vezes. Encarar o pico e surfar essa onda até ao final é tarefa quase impossível, devido ao enorme número de praticantes.
Kirra / Crédito site Patagonian Expedition Race
No ano de 2001, o governo de New South Wales, contratou uma empresa que começou a dragar o rio e a colocar a areia no mar, com o objetivo de permitir que as embarcações de grande porte entrassem no rio Tweed. Com isto, a areia que era colocada a norte do rio alterou a formação das ondas, nas praias mais próximas. Durante algum tempo, surgiu ali um Superbank, que unia as ondas de Snapper Rocks, Rainbow Bay, Greenmount, Coolangatta e Kirra, numa única e perfeita onda. Acontece que passado algum tempo e com o acumular da areia, a onda desapareceu e toda a alegria dos locais, deu lugar a uma enorme saudade.

Neste momento, a areia ali depositada é imensa, dizem que anda à volta dos 20.000 metros/cúbicos. Isto, além de modificar o ângulo das ondas e prejudicado a sua formação, acabou por cobrir diversas bancadas de coral que eram visitadas por mergulhadores de todo o mundo. Conclusão, sem as ondas com a  qualidade de outros tempos e sem as bancadas de coral para mergulhar, o prejuízo para a economia local foi enorme.
Assim sendo, vários surfistas uniram se, organizaram manifestações, reuniões com os responsáveis do governo e formaram a "Kirra Point Commitee", que lidera e organiza a campanha "Bring Back Kirra", uma campanha que apela à restauração da bancada e Kirra. Esta campanha ganhou visibilidade e força no dia 26 de Março de 2009, o dia da Austrália, quando organizou um círculo com mais de 1500 surfistas dentro da água, formando o mapa do Lucky Country.

É quase certo que a onda vai melhorar durante os próximos anos, mas para voltar a ser o que já foi um dia, muito dinheiro terá de ser gasto e uma série de questões se levantam. Enquanto esse dia não chega, resta nos contentarmos com o vídeo e as fotografias, daquela que um dia foi a "rainha" da Austrália.

Fonte SurfTotal

Tramandaí retorna ao cenário do surf em 2012

A Associação de Surf de Tramandaí (Astri), já em janeiro de 2012, entre os dias 28 e 29, vai organizar a 2ª Etapa do Circuito Gaúcho de Surf  2012. O ‘Mate Leão Surf Festival’ que será disputado em Tramandaí, ao lado da plataforma marítima.
Tramandaí / Foto Divulgação
Para o presidente da Associação, Márcio Ramos, após um longo tempo Tramandaí será novamente o palco de uma etapa do Circuito Gaúcho de Surf, e, para esta etapa, a Federação Gaúcha de Surf promete um novo formato com muito mais atrativos para o público e atletas.

As categorias serão iniciantes, mirim, júnior, open, feminino, long board e interna. Este evento também somará pontos como a 3ª etapa do circuito Astri Surf Treino 2011/2012.

Por Márcio Ramos

O futuro pode virar presente em 2012!

O InnerSport reproduz abaixo um artigo do editor do blog Surf Is In The Air, Marcelo Sá Barreto, sobre Kelly Slater (o presente) e Gabriel Medina (o futuro), ambos capa da Revista Fluir do mês de dezembro de 2011. O Paulista promete para 2012. Confira!
Sou um entusiasta do surfe e das suas coisas. Do esporte em si, do nível de organização que começa a se alcançar - ainda mais quando a pecha da pouca inteligência sobressai nas rodas dos preconceituosos -, da qualidade da mídia especializada, especialmente quando falamos de imagens, e do que a modalidade pode alcançar nos próximos anos com o mínimo de bom-senso dos dirigentes regionais, nacionais e internacionais.

O preambulo, na realidade, é para exaltar a capa do mês de dezembro da Fluir. Não tenho qualquer tipo de ligação com a revista. Eu mesmo pago a minha assinatura e não conheço ninguém do seu staff. Mas o desfecho do ano com uma montagem com Kelly Slater e Gabriel Medina, mostrando o presente e o futuro do surfe mundial foi uma ótima sacada.

O ano de 2011 tinha tudo para ser polarizado entre Slater e Owen Wright, com quem o mestre chegou a fazer três finais na temporada. Mas aí Medina entrou no corte do meio do ano - que aconteceu em agosto - e, aos 17 anos, deixou o mundo estupefato. Venceu dois eventos e, no desfecho da temporada, chegou às quartas em Pipe, ante personagens que dominam o pico há longos anos.

Desde que chegou ao Havaí, o paulista só caiu no templo sagrado do surfe no momento de suas disputas. E mandou ver. Slater, novamente, chegou ao título. Reinventou-se. Mais que um extraterrestre é um camaleão. Presente e futuro, lado a lado, com boas possibilidades de o futuro virar presente.

Por Marcelo Sá Barreto

Slater leva o "Surfer Pooll" pela 16ª vez

Kelly Slater tem 11 títulos mundiais e, mesmo em anos em que não se consagrou campeão, levou para casa o "Surfer Pool", votação popular promovida pela tradicional revista especializa "Surfer Magazine". Nesta temporada, com o caneco do Circuito Mundial nas mãos, a vitória foi fácil.
O americano faturou o prêmio pela 16ª vez. A cerimônia de entrega foi em um hotel no North Shore Havaiano. O americano Dane Reynold ficou em segundo na votação de melhor surfista do ano, seguido pelo australiano Owen Wright. No feminino, o troféu, em formato de prancha, ficou com a havaiana Carissa Moore, campeã mundial.

O favorito ao prêmio de revelação do ano era o brasileiro Gabriel Medina. Mas quem levou a melhor foi o havaiano John John Florence. O único brasileiro premiado foi Rodrigo Koxa. O big rider levou o de pior vaca. Ganhou com uma onda surfada em Teahupoo, no Taiti.

TOP 10 Homens
1. Kelly Slater
2. Dane Reynolds
3. Owen Wright
4. Julian Wilson
5. Taj Burrow
6. Mick Fanning
7. Joel Parkinson
8. Jordy Smith
9. Andy Irons
10. Bruce Irons
TOP 5 Mulheres
1. Carissa Moore
2. Coco Ho
3. Stephanie Gilmore
4. Alana Blanchard
5. Sally Fitzgibbons
Andy Irons Breakthrough Performer
John John Florence
Filme do ano
Year Zero
Melhor documentário
Splinters
Melhor cinematografia
Come Hell or High Water
Melhor performance
Josh Kerr, for Kerrazy Kronicles
"Heavy Water"
Nathan Fletcher, for Teahupoo Uncut, Get-N-Classic, Rumors
Melhor tubo
Alex Gray, for Teahupoo Uncut
Pior wipeout
Rodrigo Koxa, for Teahupoo Uncut
Melhor Curta Digital
Lost Interest

Fonte NaluSurfboards

30 de dezembro de 2011

Maresia completa 25 anos

Quando, nos idos de 1986, Adriano Costa Lima e Luis Henrique Feijó, o Maninho, resolveram fabricar calções de surfe para atender a demanda dos amigos mais próximos do esporte e criaram a marca Maresia, não imaginavam que aquilo que era um sonho se tornasse a realidade nas proporções que alcançou 25 anos depois e nem que o pequeno negócio se tornasse uma indústria sem similares no Brasil, com produtos espalhados por 5.500 pontos de venda no País e na Europa.

Aquilo que começou em um pequeno espaço, hoje se transformou em um parque industrial com área construída de 20.000m2, com 85% da produção de dez mil peças/dia automatizada e capaz de gerar 700 empregos diretos. O local escolhido para o empreendimento foi Fortaleza, cidade em que os dois sócios nasceram e foram criados. Sem dúvida, uma atitude audaciosa em se tratando de mercado de surfwear, até então concentrado no eixo Rio-São Paulo.
"O Nordeste tinha, até a década de 1980, um espaço quase que imperceptível no surfe brasileiro, tanto na revelação de um grande número de atletas, como ocorre atualmente, quanto e principalmente no desenvolvimento de uma indústria própria, capaz de gerar riquezas para a Região. Então, resolvemos investir no setor e, aos poucos, conquistamos nosso espaço em todo o mercado nacional e também em países da Europa", ressalta Adriano Costa Lima. A Maresia exporta para Portugal, Espanha, Itália e França.

O empresário lembra que, desde as primeiras peças produzidas quase que artesanalmente até o processo de industrialização da empresa, não se passou muito tempo. "Em 1988, deixamos de fazer as vendas quase que de boca em boca e passamos a adotar um canal mais amplo de venda: o da representação comercial, assim como optamos pela ampliação de sua linha de produtos, incluindo camisetas de malha. E já em 1994, estávamos com uma fábrica no bairro do Montese e atendendo também os consumidores do Sul e Sudeste", conta.

Luis Henrique Feijó recorda ainda que, três anos depois, as instalações foram transferidas para o bairro da Parangaba, onde se encontra hoje e, pelas suas dimensões, se tornou um dos maiores parques industriais da capital cearense. "O nosso salto de crescimento veio no meio da década passada, com o início do processo de automação da cadeia de produção da fábrica. Esse investimento nos coloca, hoje, como os maiores produtores de peças de moda surfe do País, com linhas de produtos de confecção, calçados e acessórios", enfatiza o empresário.
O espírito surfe da Maresia vai além da confecção de roupas e acessórios. A marca está dentro d’água, vivendo e respirando surfe diariamente. A empresa acredita que, para prosperar e crescer neste mercado acirrado, investir no esporte e fomentá-lo é mais do que essencial. É vital. Circuitos mundiais, nacionais, estaduais, regionais e nacionais fazem parte do cronograma de eventos da marca. Hoje, patrocina nos circuitos Cearense e Paulista Profissional.

Outro investimento direto da marca no surfe está na manutenção de uma das mais representativas equipes de surfistas do País. Na lista de atletas patrocinados pela Maresia estão o atual campeão brasileiro profissional, o catarinense Jean da Silva; o paulista Flávio Nakagima, o potiguar John Max e o baiano Marco Fernandes. Todos eles sob a coordenação do experiente atleta e treinador Christiano Spirro. "Estar no surfe é ter visibilidade. Mas é mais que isso. É também a forma de retribuir ao esporte tudo aquilo que ele nos deu", afirma Luis Henrique Feijó.

Por Roberto Pierantoni

Jeremy nas ondas positivas

Aos 19 anos o surfista Frances Jeremy Flores iniciava no World Tour e desde então circula entre entre os 10 melhores surfistas do mundo. Ao lado do Careca, defendendo a equipe Quiksilver, os dois fizeram inúmeras viagens para aprimorar o surf. Kelly Slater, sempre afirmou que Jeremy Flores seria campeão do mundo.
Foto Joli
Exceto nos anos de 2009 e 2011, quando Flores ficou fora do ranking dos 10 melhores do mundo. Terminou o ano na 25ª e na 13ª posição, respectivamente. A sua carreira sempre esteve rodeada de alguma polêmica, desde o vídeo publicado no blog de Sterling Spencer, Pinch My Salt, com o título “Jeremy Flores hates children”, passando por um episódio de violência, na Austrália, em que ele se envolveu com um local australiano, quando defendeu Stone Garcia, filho de Sunny Garcia.

Segundo as palavras de Jeremy Flores, foi o seguinte: “Quando sai da água uma criança me pediu um autógrafo. Como ela não tinha uma caneta, eu disse para ela ir buscar. Como os pais da criança estavam longe e eu não sabia a criança achou que eu neguei e se atirou ao chão e começou a chorar”. Toda esta situação foi filmada e em seguida acrescentada uma falsa narração, choros da criança e alguns efeitos ao vídeo.

Quando Sterling Spencer mostrou o vídeo editado a Jeremy Flores ele achou piada, mas estava longe de imaginar que seria tão criticado. Só depois que o vídeo rodou na internet e sofrer inúmeras críticas veio a explicação do que realmente tinha acontecido. Em seguida, em Fevereiro, o francês se viu envolvido numa cena de violência, na Austrália, entre o filho de Sunny Garcia e um surfista local.
Bruce Irons and Jeremy Flores / Foto J. Coté
Jeremy Flores estava na Austrália, juntamente com Sunny Garcia, para competir no Burleigh Breaka Pro. O filho de Sunny Garcia, que estava surfado ao lado da zona de competição, envolveu se numa disputa de ondas com um local. O local australiano não gostou e os dois começaram uma discussão. Jeremy Flores vendo aquilo saiu em defesa do filho de Sanny, só, que, tudo estava sendo filmado pela imprensa australiana.

A ASP optou por suspender os dois competidores, Sunny e Jeremy, durante aquele campeonato. “Tenho uma amizade com a família Garcia há bastante tempo”, disse ele, “Sempre que vou ao Hawaii fico na casa do Sunny e quando ele vem à Austrália, fica em minha casa. E não é novidade que todos sabem que os locais de Burleigh Heads são problemáticos, mas sempre me dei bem com todos eles e nunca tive qualquer problema. É verdade que Stone Garcia entrou na onda do surfista local, mas este partiu imediatamente para a agressão, eu não gostei e fui em defesa do pequeno Stone.”

Uma semana depois, durante a primeira etapa do World Tour, Jeremy Flores foi obrigado a abandonar a competição por causa de uma lesão no ligamento do joelho. “Eu estava lendo aquelas noticias negativas sobre mim e fiquei bastante estressado na época.  E quando me consultei com um médico ele me disse que quando estamos debaixo de um forte stresse mental podemos contrair lesões. E foi o que me aconteceu naquela situação.”
No entanto, nada como o tempo. Fores deu a volta por cima e retornou ao Pipe Master, convidado para o mais importante campeonato de ondas grandes do mundo, o Eddie Aikau. Em Agosto, ele surfou as melhores ondas da sua vida, num reef desconhecido no Pacífico, o que lhe deu uma capa da Surfer Magazine. Uns dias antes tinha ganho o troféu Andy Irons Most Committed Surfer, devido a uma performance espetacular no maior dia da competição, em Teahupoo, onde alcançou 20 pontos num heat.

Ambas as performances e a vitória no Pipe Masters têm atraído a atenção de várias pessoas e o seu respeito cresce a cada heat que faz. “Quando ele se sente preenchido e confortável, a sua confiança sobe bastante. Ele não tem medo de ser o foco das atenções, quando uma onda grande vem na sua direção ele encara e mostrou isso em Teahupoo”, disse Kelly Slater. Neste momento Jeremy Flores está se recuperando de uma lesão no tornozelo e prepara-se para a nova época competição em 2012.

Fonte SurfTotal

Eddie Aikau aguarda os 20 pés

O período de espera para o Quiksilver in Memory of Eddie Aikau, evento de ondas grandes começou dia 1 de Dezembro e termina a 23 de Fevereiro e ocorre em Waimea Bay, Hawaii. Este campeonato de um dia só ocorre em ondulação que chegue aos 20 pés no mínimo.
Danilo Coutoe e Kohl Christensen / Crédito Quiksilver 
O Eddie Aikau, em 27 vezes, só encontrou condições para rolar oito vezes, isto mostra o quanto ele é especial. Ainda não houve nenhuma ondulação que convence-se a organização. Segundo o Surfline Forecast, existe uma boa ondulação a médio prazo. Resta saber se chegará a tempo e com tamanho e força.

A última vez que o evento aconteceu foi em 2009 e o vencedor foi Greg Long (USA), contudo, a lista dos vencedores inclui nomes como Denton Miyamura (Hawaii), Keone Downing (Hawaii), Clyde Aikau (Hawaii), Noah Johnson (Hawaii), Ross Clarke-Jones (Australia), Kelly Slater (USA) e Bruce Irons (Hawaii).

Convidados:
Brock Little - HAW
Bruce Irons - HAW
Clyde Aikau - HAW
Dave Wassel - HAW
Greg Long - USA
Jamie O'Brien – HAW
Jamie Sterling – HAW
Kala Alexander – HAW
Kelly Slater – USA
Keone Downing – HAW
Kohl Christensen – HAW
Makua Rothman – HAW
Mark Healey – HAW
Michael Ho – HAW
Nathan Fletcher – USA
Noah Johnson – HAW
Peter Mel – USA
Ramon Navarro – CHL
Reef McIntosh – HAW
Ross Clarke – Jones – AUS
Rusty Keaulana – HAW
Shane Dorian – HAW
Sunny Garcia – HAW
Tom Carroll – HAW
Convidados que não são do Hawaii
Carlos Burle - BRZ
Grant Baker - ZAF
Jeremy Flores - EUR
Takayuki Wakita - JPN

Fonte Quiksilver in Memory of Eddie Aikau

28 de dezembro de 2011

Não haverá mais corte

O conselho de administração e Surfistas da ASP votaram para acabar com o corte que aconteceria no meio do ano. Dave Prodan, porta-voz da ASP internacional explicou que a rotação de 2011 trouxe muito talento para o WT mas que "as instabilidade dos calendários da ASP (especialmente em 2012) tornam este conceito muito difícil de gerir. Quando iríamos agendar a rotação? Como iríamos garantir a justiça de oportunidades para todos os surfistas se qualificarem em cada corte?”
Dave Prodan / Foto limpylaroo's
A ASP acredita que esta é a melhor decisão para todos os surfistas, em 2012, mas afirma que este método vai continuar a ser discutido nos próximos anos.

Um dos envolvidos nesta votação, sendo o representante  do grupo de surfistas interessados que inicialmente apresentou a proposta de acabar com o corte, foi Kieren Perrow que alegou: “a rotação de atletas no meio do ano funcionou melhor do que esperávamos mas, analizado melhor, os surfistas sentem que os efeitos a longo prazo não serão os mais desejáveis para o esporte".

Fonte SurfTotal

China é a "bola da vez"

De 7 a 14 de Janeiro de 2012, a China será o centro das atenções no mundo do surf com a realização do Hainan Riyue Bay International Surfing Festival Presented by Quiksilver.

O evento será em Wanning, Hainan Island e contará com dois grandes eventos: a ISA China Cup e o Hainan Classic. O primeiro reflete a tentativa da International Surfing Association promover o surf na China, que irá atrair oito seleções na disputa pelo troféu principal.
Hainan island / Foto divulgação
As seleções presentes serão: Austrália, Brasil, França, Argentina, Peru, Venezuela, África do Sul e EUA. Este evento irá, deste modo, marcar o retorno da ISA à Ásia, isto depois de 21 anos, desde 1990, onde ocorreram o World Championships realizados na Chiba e Japão.

Já o segundo é um evento masculino de quatro estrelas e certamente vai contar com a presença de surfistas como Dion Atkinson, Glen Hall, Romain Cloitre, Joan Duru, Nathaniel Curran, Justin Mujica já estão inscritos.

Será o segundo evento do ano no calendário da Association of Surfing Professionals, uma vez que Jan Juc/Bell's Beach irá, entre os dias 5 e 9 de Janeiro, receber uma competição de uma estrela.

As expectativas para os campeonatos são realmente elevadas, uma vez que, nos últimos anos, Janeiro tem contado com boas ondas na Hainan Island e bastante consistente.

Fonte ISA

27 de dezembro de 2011

Jordy Smith focado em 2012

Abaixo, neste clip, filmado recentemente em Honolua Bay, Jordy Smith parece estar mais focado e confiante do que nunca.
Apesar da comunidade do surf ter tentado criar uma rivalidade entre Jordy Smith e Dane Reynolds, dois talentosos surfistas, isso nunca chegou a se concretizar.
Agora, depois de Dane Reynolds ter declarado a sua saída da elite mundial do surf, a partir de 2012, é possível que Jordy Smith suba alguns degraus rumo ao topo.

Fonte SurfTotal

Alejo Muniz é fonte de inspiração para a Nike 6.0

Alejo Muniz serviu de inspiração para a Nike numa série limitada de camisetas. O surfista brasileiro entrou para o ASP World Tour em 2011 e realizou uma excelente época conseguindo dois 3º lugares no Quiksilver Pro New York e no Rip Curl Pro Search. Além disso, soma ainda três 5º, dois 13º e quatro 25º. Estes resultados colocaram-no em 10º no ranking final do ASP World Tour, não sendo o rookie do ano apenas porque Julian Wilson (AUS) ficou em 9º lugar.
O atleta pertence ao team Nike 6.0 e como forma de homenagear a sua excelente época e performances, a marca resolveu lançar uma coleção inspirada no surfista brasileiro, acompanhado de um vídeo sobre o seu percurso de vida e trajetória de sucesso no surf.

A colecção é composta por três camisetas com diferentes cores e estampagem. A primeira na cor branca, faz referência a um momento histórico de Alejo: sua primeira vitória em Itajaí, Santa Catarina, aos 12 anos de idade.
O segundo modelo na cor preta é um desenho de Danilo, irmão mais novo do surfista, e mostra a união da família Muniz em torno do esporte, visto pelos olhos de uma criança. E por último, a terceira peça na cor amarela é a primeira prancha de Alejo Muniz. Depois de a encontrar abandonada na rua Alejo convenceu o pai a restaurá-la.

O surfista ficou muito feliz com esta coleção e afirma que a sua preferida é a branca por lhe lembrar o início de carreira.
O vídeo contou um pouco da vida de Alejo Muniz. Produzido pela Nike.

Fonte SurfTotal

Morre o fundador do site Surfline

O Norte Americano Sean Collins, fundador do site Surfline morreu aos 59 anos, decorrência de um ataque do coração. As palavras "Follow your cassinos", ficarão para sempre inscritas em Pacific Coast  Highway e Main Steet.
Sean dedicou toda a sua vida na exploração de novas ondas, na identificação de ventos e partilhar historias de ondulações com toda a comunidade do surf mundial. De acordo com as autoridades locais de Orange County, onde Sean estabelecia residência, Collins morreu na última segunda-feira, 26, no Hospital de Newport Beach.

O seu filho mais novo, AJ, disse que Colins estava jogando tênis por volda das 14 horas,  momento em que sofreu, repentinamente, o ataque de coração. O esporte está de luto pela morte de um dos homens que manteve uma grande influencia no Surf Mundial.

Fonte Oc

26 de dezembro de 2011

Bruce, Kai, Josh e companhia no Hawaii 2011

Imagens captadas neste mês, dezembro de 2011, onde protagonizam surfistas como Kai, Bruce Irons, Josh Kerr, Dingo, Evan Valiere, Sterls, BamBam, entre outros feras.
Confira no vídeo abaixo e as lindas imagens do surf e paisagens do North Shore Hawaiano!

Fonte SurfTotal

Educação ambiental no desenvolvimento sustentável

A educação ambiental como base essencial para a conquista do efetivo ao desenvolvimento sustentável. Este foi o pano de fundo de projetos de escolas públicas das Regiões Nordeste e Sudeste, que participaram em 2011 da Oitava Edição do Programa Minha Escola Cresce, do Instituto Arcor Brasil.

Em Ipojuca (PE), múltiplas ações em educação ambiental envolveram o Colégio Municipal “Professor Aderbal Jurema”, uma das maiores escolas locais, com mais de 2 mil alunos, do ensino fundamental e médio. A escola está localizada em um dos pontos mais altos do município. Ao longo de 2011, uma cena tornou-se comum: alunos da “Aderbal Jurema” descendo o morro e indo, de casa em casa, divulgando conceitos de educação ambiental, a partir de orientações sobre a destinação correta de lixo. São os monitores ambientais, alunos da escola capacitados em função do Projeto “Minha Escola, Meu Jardim”. Coral e Cordel Ecológico foram outros recursos utilizados pelo Colégio na conscientização ambiental de alunos e comunidade em geral.

Já a Escola Municipal “Professor Geraldo Basílio Ramos”, de Contagem (MG), desenvolveu o Projeto Ambiental Amigos da Natureza. Um projeto voltado para difundir a consciência ambiental entre os alunos e demais membros da comunidade escolar, de modo a promover a idéia da necessidade de equilíbrio nas relações entre seres humanos e a natureza. Plantio de mudas de árvores nativas e fortalecimento da horta orgânica foram algumas das atividades promovidas no âmbito do Projeto Ambiental Amigos da Natureza.

Também em Contagem (MG), a Escola Municipal “Professora Ana Guedes Vieira” transformou os intervalos em momentos estratégicos para difusão de consciência ambiental. Isto em função do Projeto “Eco-Recreio”, que inclui várias atividades voltadas para estimular a educação ambiental, por meio de atividades lúdicas e outras.

Uma grande transformação marcou a Escola Municipal “Professor Domingos José da Silva Diniz”, igualmente de Contagem, em função do Projeto “Meio ambiente: cuidar é preciso”. O projeto possibilitou a transformação de uma área externa da escola em horta orgânica, e ao mesmo tempo foi intensificada a difusão de conceitos de educação ambiental, a partir de experiências em reutilização de materiais.

Vários projetos, em síntese, tratando a questão ambiental como tema transversal em todas disciplinas, como estipulam os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O documento oficial dos PCNs destaca, sobre a importância de abordar a questão do meio ambiente como uma tema transversal: “A perspectiva ambiental consiste num modo de ver o mundo em que se evidenciam as interrelações e a interdependência dos diversos elementos na constituição e manutenção da vida. Em termos de educação, essa perspectiva contribui para evidenciar a necessidade de um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, da co-responsabilidade, da solidariedade e da eqüidade”.

Na Oitava Edição do Programa Minha Escola Cresce foram apoiados 22 projetos de escolas públicas de três estados (São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco). Em oito anos já são 166 projetos apoiados pelo Programa. O propósito é dar respaldo técnico e financeiro a projetos concebidos pelas escolas, após diagnóstico interno e considerando o estímulo ao protagonismo de crianças e adolescentes e a maior participação das famílias e comunidade na vida escolar.

Por José Pedro Soares Martins 

25 de dezembro de 2011

Didi Aguiar: uma promessa no surf brasileiro

Didi é uma promessa, e já conquistou sua primeira nota 10 em um campeonato. Mesmo após ter vencido a prova, chegou a oferecer o seu troféu de campeão a um garoto que chorava por não ter participado do evento
Diego Aguiar, o “Didi”, é um garoto de apenas oito anos, mas já mostra linhas de gente grande no surf. Irmão e filho de surfistas profissionais, tem na família incentivo e direcionamento para traçar o melhor caminho.
Seja surfando nas praias de Ubatuba, onde mora, ou andando de skate em casa, para treinar os movimentos, o menino mostra muita habilidade e facilidade em suas primeiras manobras..

Fonte Hurley

24 de dezembro de 2011

Bob e Ueda no Chile, assista ao vídeo

O Yogu Yogu Pro Games rolou em Santiago do Chile, no final de novembro. O evento reuniu diferentes esportes de ação e alguns convidados ilustres como Bob Burnquist e Lincoln Ueda.
Bob / Crédito Hurley
Bob, além de andar muito na minimegarrampa montada para o evento, também saltou de paraquedas, com direito a aterrissagem ao lado da rampa, para delírio do público presente.

Ueda aproveitou a vibe da galera para voltar seu primeiro back flip varando o gap. Resultado: muita diversão!
Vídeo de Bruno Passos

Fonte Hurley

Liga Trucks com uma novidade em 2012

Ainda nas comemorações de um ano da Liga Trucks, a empresa já desenvolveu o Truck Gold. No modelo tradicional, de 129 mm, nas cores dourado e preto, o truck entra no mercado a partir de janeiro.
Os eixos possuem prisioneiro e parafuso central em aço carbono de alta resistência. Quem levou o primeiro truck gold foi o vencedor da promoção de um ano da LIGA TRUCKS.

O primeiro ano da LIGA foi de superação e muito trabalho. Os investimentos ao longo desse período foi para aprimorar os serviços e apresentar um produto cada vez mais adaptado as necessidades do skate, alpem de promover o esporte de diversas maneiras.

Por Marcos Bollmann

23 de dezembro de 2011

Carveboard: uma nova modalidade no mundo

Em 97, uma nova modalidade surge: o carveboard. Um esporte novo no mundo! Uma ideia que nasceu quando o surfista Brad Gerlach e seu pai, Joe, idealizaram, na Califórnia, uma prancha para o treinamento de algumas manobras do surfe no asfalto e também para aproveitar os dias de mar flat (sem ondas). Não demorou muito para que o carveboard cativasse os mais diferentes fãs de ondas por todo o mundo. No Brasil o esporte é ainda mais recente, com menos de 10 anos.
Charles testando o seu novo brinquedo na ladeira do Alphaville, SP
Esta nova modalidade consiste basicamente em uma prancha de madeira sobre eixos com molas de baixa resistência [alguns com regulagem de pressão] que permitem uma inclinação de até 45 graus. Para completar o carve é equipado com rodas aro 4 e pneus calibráveis que permitem enorme controle da velocidade de acordo com a pressão dos pneus. A união destes eixos com os pneus e câmara é o que proporciona uma sensação muito parecida com o surf no mar com manobras semelhantes a batidas e rasgadas.

Para quem já anda de skate street, longboard, speed, o carve aparece como um novo conceito diferenciado, tendo como única semelhança aos seus primos o fato de serem esportes praticados sobre pranchas de madeira e rodas.O carve une técnicas do surf, skate e snowboard para proporcionar uma nova sensação ao praticante. O carve não é ideal para grandes velocidades, o objetivo é aproveitar toda a extensão da ladeira com rasgadas suaves e enorme estabilidade.

O Brasil já conta com diversas equipes de carveboard espalhadas pelo país, especialmente nas regiões do Rio de Janeiro e São Paulo, sinal de que este esporte será dentro de muito pouco tempo um esporte com um grande número de adeptos e visibilidade no território nacional.

Redação InnerSport / Fotos Paulo Celso

Qual a origem do gesto Hang Loose?

De acordo com fatos históricos cantados no tradicional Kumulipo, canção sagrada do Hawaii que conta suas crenças e histórias, o rei Tahito, também conhecido como Moiheka, viajou do Tahiti até o Hawaii surfando tudo o que encontrava pelo caminho, depois de passar por várias ilhas, encontrou as melhores ondas num local chamado Mokaiwa, na ilha de Kauai. Lá viveu por muitos anos e acabou se tornando o rei da ilha.
Segundo a lenda ele tinha o costume de se arriscar nas altas ondas locais e para saudar as pessoas que o assistiam na praia, acenava para os nativos.

O curioso dessa história é que Moiheka tinha apenas os dedos polegar e o mínimo em uma das mãos e era com essa mão que ele acenava para a galera. A partir daí todos gostaram do gesto e começaram a imitá-lo como forma de homenagem. Hoje, esse gesto é chamado de Hang Loose e os surfistas do mundo todo adotaram o gesto da realeza como uma forma de cumprimento da tribo do surf.

Redação InnerSport

Quem disse que no Brasil não tem ondas grandes?

Para aqueles que dizem que não existe ondas grandes no Brasil, seria interessante no próximo swell pegarem sua maior prancha e darem uma checada em lugares como a laje do Patiero, em Ubatuba, laje do Sahy e a que existe entre Paúba e Maresias, em São Sebastião, Garganta do Diabo em São Vicente, em São Paulo.
WQS Guarujá em 2009, ondas grandes / Foto Daniel Smorigo
No Rio vale sempre dar uma conferida no lajão do Jaconé ou Manitiba, como agora está sendo chamada, a laje de fora em Itaúna, ou mesmo a do Sheraton, no Vidigal, para aqueles que não quiserem ir para a região dos Lagos. No Sul, em Santa Catarina, temos a laje do Zeca e a famosa Jaguaruna, quero ver neguinho cair ali e sair falando que no Brasil não tem onda grande.

Mais ao Sul tínhamos enormes outsides na Ilha dos Lobos, mas estão proibidos. Tudo bem, mas você só falou das lajes! Por isso não, vamos falar de outras então, entre 'double overhead' 10' pés de face (3 metros) até 'triple overhead' 15' pés de face (4,5 metros) está bom?

Nesse tamanho, consideradas ondas grandes em qualquer lugar do mundo, podemos citar a Cacimba do Padre em Noronha, Farol de Itapuã para aqueles que acham que não existem ondas grandes na Bahia, Itacoatiara em Niterói, Itaúna em Saquarema, o fantástico pontão do Leblon, Itamambuca e Baguarí em Ubatuba, Maresias em São Sebastião, Praia Grande em São Chico, Praia da Vila em Imbituba, Joaquina, Silveira, isso só para citar algumas e as mais conhecidas. Aloha e boas ondas!

Fonte RevistaParafina

Tchelebraw de Surf 2011 confirma penúltima etapa

Confirmada a 3ª etapa do Circuito Tchelebraw Paracuru de Surf Amador 2011 nas ondas do Ronco do Mar em Paracuru, as disputas irão acontecer nos dias 30 e 31 de dezembro. No final do circuito o melhor atleta da categoria Open será premiado com uma moto 0Km, o circuito premiará também o campeão da categoria Fraldinha com um playstation II, na categoria Estudante um computador e nas demais categorias uma prancha novinha.

Na briga pela moto 0Km estão os atletas Marcus Otávio que lidera o ranking após a segunda etapa seguido de Lucas Sanders, na terceira colocação o atleta Jhone Fran seguido de Juvemar Silva, Darliel Barbosa e Luciano Cavalcante. Muitas ondas ainda vão rolar e nada está definido, pois a diferença de pontos entre os atletas é equilibrada e após esta penúltima etapa poderemos ter novos favoritos ao título de campeão Open do circuito. 
Os organizadores comunicam que as inscrições serão limitadas, sendo assim:
OPEN 32 vagas.
SENIOR 16 vagas
JUNIOR 16 vagas
INICIANTE 20 vagas
MIRIM 16 vagas
FEMININO 8 vagas
FRALDINHA 8 vagas
ESTUDANTES 32 vagas

O valor das inscrições é de R$: 50,00 na categoria Open e nas outras categorias R$: 40,00. As reservas podem ser feitas pelos Cel. (85) 88299114 / 88626541 / 96182368 Dizo ou  Gilvan. 

OBS: O atleta que fez sua reserva só participará do sorteio das baterias quando confirmar a sua inscrição (pagando), a não confirmação dará o direito de outro atleta entrar no lugar do reservado. A organização agradece a compreensão.

Festa Black Soul Samba
A noite de sexta-feira será reservada para a festa oficial do Circuito Tchelebraw, o Dj Doido promete deixar a galera na vibe com o melhor da "surf music". A festa é organizada pela SAN Brindes e ASPA, os ingressos podem ser comprados antecipadamente na banca de revistas O DIZO localizado na Praça de Paracuru.

Diferentes sotaques escrevem a história do skate no país

O fim de semana que passou (17 e 18/12), entrou para a história do skate no Brasil. Realizado pela segunda vez, mas em 2011 mais democrático com representantes dos estados do Ceará, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o Campeonato Brasileiro de Street Skate Amador 2011 proporcionou a reafirmação de que o skate é sim um fundamental elemento agregador social para a juventude e que está disseminado por todo o país.
A pista de São Bernardo do Campo SP, a maior da América Latina, recebeu skatistas que se deslocaram das suas casas na grande São Paulo, e também skatistas que viajaram até 48 horas de ônibus, como caso da delegação de Sergipe. O que se viu foi um fim de semana de muitas manobras, de altíssimo nível e de uma linguagem única, Skate!

A estrutura do Parque Citá di Maróstica, onde está localizada a skatepark, bem como o alojamento oferecido pela CAJUV (Coordenadoria de Ações para a Juventude), mostrou a todos os skatistas uma receptividade ímpar! A pista pela sua dimensão, qualidade, infra-estrutura e pessoal de apoio e o alojamento pela qualidade das instalações, que contava ainda com uma área de street e uma mini rampa. Para alguns skatistas de outros estados dormir era assunto só para as viagens de ida e volta, já que vir a São Paulo e ter uma estrutura dessas era coisa de sonho.
No sábado foram disputadas as eliminatórias e finais do Iniciante, além das eliminatórias do Amador, categoria principal do evento. O que se viu no iniciante foram jovens talentos do estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Pais acompanhavam de perto e eufóricos, os skatistas da mais nova geração. Yuri Sapucaia de São Caetano do Sul acabou na primeira colocação, seguido pelo pequeno Luiz Francisco, o Luizinho de Lorena SP e Leonardo Bodelazzi, local de São Bernardo do Campo SP.

Já no domingo o dia começou com as meninas, mostrando que entre elas o skate também tem se multiplicado pelo país. Na categoria Feminino 2, Gabriela de Praia Grande SP levou a melhor. Vindo de Aracaju SE, Sabrina Neto ficou com a 2a colocação e em terceiro lugar, Juliana Lima, representando a cidade de Santo André no ABC paulista.
Na sequência foram para a pista as meninas mais experientes, na categoria Feminino 1 e com alguns nomes conhecidos pelos resultados nos circuitos regionais realizados em diferentes estados brasileiros. A pequenina Panela Leite de São José dos Campos mostrou toda a sua base, com direito a flips, feebles na trave, entre outras manobras técnicas, assim, sagrou-se campeã! Na segunda colocação e representando o Rio de Janeiro, Bia Sodré, nome frequente nas principais competições da categoria. Em terceiro a talentosa Edilândia Mesquita, a “Pepeta”, skatista da cidade de Sobral no Ceará, com certeza influenciada e motivada pela tradicional etapa do Circuito Brasileiro Profissional realizada naquela cidade há quase uma década e pelos incentivos municipais e estaduais no desenvolvimento do skate.

Depois das meninas e dos mais jovens, foram para a pista os 10 melhores amadores da fase eliminatória. Foram 4 skatistas do estado de São Paulo, um pernambucano, 2 gaúchos e 1 skatista da Bahia na grande final. E o que se viu foram manobras de impacto, muita técnica e vontade de andar de skate. Mesmo sob um sol escaldante, os 10 metralharam a pista.
Divida em 3 setores, com 5 minutos de disputa em cada um deles e divididos em 2 baterias, os candidatos ao título de Campeão Brasileiro Amador 2011 eram...todos! Oséias Borges de São Paulo, que passou em primeiro para a final, não conseguiu repetir o ótimo aproveitamento e cedeu a Kauê Cossa, local de São Bernardo, que indiscutivelmente foi o melhor, a primeira colocação. Kauê além do título e da premiação oferecida pelos patrocinadores levou uma passagem aérea para Buenos Aires na Argentina, oferecida pela Maxxima Viagens. Assim, Oséias terminou em segundo e no terceiro lugar, com muito estilo, velocidade e grandes manobras, o pernambucano Victor “Bob”. Destaque ainda para o gaúcho Patrick Mazzuchini e Igor Smith de Mogi das Cruzes SP, que terminaram respectivamente na 4a e 5a colocações.

O Campeonato Brasileiro Amador de Street Skate 2011 terminou em clima de festa e dever cumprido. Os skatistas não só andaram muito, como em um fim de semana de muita amizade o que prevaleceu foi o intercâmbio cultural e emocional que o skate propicia.
Resultado Final
Iniciante
1-Yuri Sapucaia - São Caetano do Sul - SP
2-Luiz Francisco - Lorena - SP
3-Leonardo Bodelazzi - São Bernardo do Campo - SP
4-Bruno Eduardo - SP
5-Douglas Silveira - São Vicente - SP
6-Ricardo Carlos - São Bernardo do Campo - SP
7-Icaro Yure - Volta Redonda - RJ
8-Gabriel Valim - Volta Redonda - RJ
9-Carlos Henrique - Nova Iguaçu - RJ
10-Gabriel Gomes - Serra - ES
Feminino 2
1-Gabriela - Praia Grande - SP
2-Sabrina Neto - Aracaju - SE
3-Juliana Lima - Santo André - SP
4-Lenita de Jesus - Barra dos Coqueiros - SE
5-Ana Carolina - Angra dos Reis - RJ
6-Ludmila Mendes - Angra dos Reis - RJ
7-Danielle Clacino - Rio de Janeiro - RJ
8-Ariane Pereira - Volta Redonda - RJ
Feminino 1
1-Pâmela Leite - São Jose dos Campos - SP
2-Bia Sodré - Niterói - RJ
3-Edilândia Mesquita - Sobral - CE
4-Handra Lie - Brusque - SC
5-Jaqueline Damasceno - São Paulo - SP
6-Ariane Peres - Sorocaba - SP
7-Zilliana Sousa - São Paulo - SP
Amador
1-Kaue Cossa - São Bernardo do Campo - SP
2-Oséias Borges - São Paulo - SP
3-Victor Bob - Recife - PE
4-Patrick Mazzuchini - Caxias do Sul - RS
5-Igor Smith - Mogi das Cruzes - SP
6-Claudio da Silva - Pedreira - SP
7-Lucas Diniz - Rio de Janeiro - RJ
8-Sergio Santoro - Rio de Janeiro - RJ
9-Diego Correia - Porto Alegre - RS
10-Jailson Café - Feira de Santana - BA

Por Lauro Netto / Fotos Júlio Detefon

22 de dezembro de 2011

Nicoboco Surf School 2012 abre temporada

Entre as novidades estão um table board, aulas de pilates e slacklining

A Nicoboco Surf School, escola de surf mantida pela marca brasileira de surfwear na cidade de Bertioga, litoral norte de São Paulo, abre a temporada 2012 no próximo dia 26 e segue até o fim do Carnaval. As aulas são ministradas pelos irmãos freesurfers Luis e Felipe Magalhães e pelo atleta Davi dos Santos para interessados de todas as idades.
Foto divulgação
Segundo Luis além de aprenderem os fundamentos do surf, os participantes terão à disposição um table board, para melhorar o equilíbrio fora d"água, além de aulas de pilates e slacklining (corda bamba).  “A função da escola é criar cidadãos através do surf. Aqui ensinamos o respeito à natureza e ao próximo. Em oito anos de existência, nunca tivemos um acidente”, frisa o professor formado em Educação Física.

Para as aulas, a Nicoboco disponibiliza gratuitamente todos os materiais, desde parafina, pranchas, uniformes, lycras, protetor solar, até toda a infraestrutura com barraca, guarda-sóis, cadeiras e bandeiras de areia. O preço varia de acordo com o pacote escolhido pelo aluno. A aula avulsa sai por R$ 40 e é uma ótima alternativa para visitantes que estejam passando um dia pelo local.
A Nicoboco Surf School funciona em frente ao Condomínio Hanga Roa, localizado na Rodovia Rio-Santos, Km 216, Vista Linda, Bertioga (SP).

Por Emanuelle Oliveira

Inscrições abertas para a Rocinha de Braços Abertos

Policiais do Bope estarão no batalhão de frente da corrida, que espera levar 2 mil pessoas à maior comunidade da América Latina, no dia 22 de janeiro

Em 22 de janeiro, a X3M Sports Business organiza a corrida Embratel Rocinha de Braços Abertos em parceria com o Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar, o Bope. O projeto terá percursos de 5km e 10km e também uma inédita Mini Corrida para crianças entre 1 e 12 anos. Além da prova, haverá também espaço para manifestações sociais e culturais, como as campanhas “Fotografe esta idéia”, “Grafite seu Esporte” e “Adote um Atleta”. O projeto Embratel Rocinha de Braços Abertos deve gerar uma receita de mais de R$ 100 mil para a comunidade. “Estamos organizando um projeto que busca o resgate da cidadania desses moradores e dos cariocas como um todo. Junto com corredores da comunidade, mapeamos o percurso e estamos elaborando uma série de concursos culturais para que a corrida seja um marco de esportes e cultura”, afirma Bernardo Fonseca, diretor da X3M Sports Business.
“O Projeto Embratel Rocinha de Braços Abertos é muito mais do que uma corrida”, faz questão de frisar o tenente-coronel René, comandante do Bope. “Quando entramos em uma comunidade com a missão de pacificar, o intuito é dar segurança para, em seguida, possibilitar a oferta de serviços e qualidade de vida à sua população. E esse evento será justamente um marco nesse sentido, deixará um legado importante para a Rocinha”, afirma o militar, envolvido com sua equipe em cada detalhe da prova ao lado da X3M, desde logística, percurso, segurança até a qualificação de mão de obra e, naturalmente, a participação de integrantes do batalhão na corrida em si.

Para que a maior comunidade da América Latina saia vencedora ao final da corrida, 250 moradores serão contratados para trabalhar no evento. Além disso, as inscrições para os moradores serão gratuitas. A X3M também realizará concursos culturais, tais como o “Fotografe esta ideia” e o “Grafite seu esporte”, e a campanha social “Adote um Atleta”.

“Para o Bope é a integração social com a comunidade através da maior ferramenta de todas: o esporte. É a quebra de paradigmas e fronteiras que vai possibilitar que a comunidade abra suas portas e seja conhecida pelos que estão de fora. O projeto vai concretizar a pacificação e marcar os novos tempos de paz no Rio”, analisa o Cabo Júlio, da sessão de Educação Física do Bope.

A Rocinha de Braços Abertos também integrará crianças ao esporte. O percurso dos pequenos terá entre 50 metros e 1km. A Mini Corrida terá a participação de 500 corredores mirins entre  1 e 12 anos de idade.
Inscrições e Cronograma:

As inscrições para todas as faixas etárias já estão abertas desde a última semana no site ativo.com até o dia 15 de janeiro e de 22 de dezembro a 15 de janeiro nos pontos de inscrição (ver abaixo). O valor para não moradores é de R$ 40. Moradores da comunidade serão isentos da taxa de inscrição mediante comprovante residência. A entrega de kits será nos dias 20 e 21 de janeiro, das 9h às 18h, na Rocinha, em local a ser divulgado. A largada está marcada para 8h do dia 22 de janeiro, com a Mini Corrida às 11h, após a premiação das categorias principais.
Percursos: 
5km: Tem logo no início 2km de subida pela Estrada da Gávea, até passar no Portão Vermelho que dá acesso ao Parque Ecológico, onde as trilhas com cerca de 1km irão deixar a disputa ainda mais emocionante. Ao sair do Parque Ecológico o percurso segue pela Rua 1, onde becos e escadarias vão proporcionar aos atletas grande contato com a comunidade, até chegar à passarela, na reta final da prova.


10km: O percurso é o mesmo da prova de 5km, até a saída do Parque Ecológico, quando os atletas seguem para enfrentar a subida do Laburiú, onde vão encarar uma ladeira bem íngreme com aproximadamente 500 metros, em seguida 600 metros de mata fechada e muita trilha em terra, até sair na Estrada da Gávea. Neste ponto os corredores irão se deparar com o contraste do Condomínio das Mansões e a comunidade, entrando então no Beco 199. A partir daí os participantes subirão uma grande escadaria e descerão por becos e vielas até chegar na entrada da Rua 1, onde passarão pelo Becos Sesario e Galo Nervoso até chegar na passarela para concluir os 10km. Mais informações: www.rocinhadebracosabertos.com.br

Por Maria Clara Serra

Peterson Rosa lidera o BSP

Paranaense ultrapassou Jojó de Olivença e colecionou mais um recorde na ABRASP com a sua 22ª participação no ranking brasileiro em 2011

O paranaense Peterson Rosa é o número 1 no ranking dos 25 anos do circuito da Associação Brasileira de Surf Profissional completados nesta temporada. Mesmo fora do atual grupo de surfistas da Divisão Principal do Circuito Brasileiro, participou de algumas etapas do Brasil Surf Pro 2011 entrando pelas triagens e ficou em 53º lugar para ultrapassar o baiano Jojó de Olivença na liderança do ranking histórico da ABRASP.

Peterson Rosa, 37 anos, se profissionalizou com apenas 16 de idade e foi o único a conquistar três títulos brasileiros na história da ABRASP - 1994/1999/2000. Chegou perto do tetra em 2002 e detêm vários recordes da competição iniciada em 1987. Colecionou mais um neste ano, com a sua 22ª participação no ranking brasileiro. Igualou o número de temporadas que só o carioca Pedro Muller, 45, atual presidente da ABRASP, havia atingido em 2008 quando parou de competir.
Peterson Rosa / Divulgação SuperSurf
O baiano Jojó de Olivença, 44 anos, liderava este ranking que registra todas as colocações dos atletas nas etapas que valeram pontos para a disputa dos títulos brasileiros, desde 1987 até a temporada 2011, encerrada em 17 de dezembro na Praia da Joaquina, Florianópolis (SC). Ao contrário de Peterson Rosa, Jojó não compete desde 2007 e o paranaense foi somando pontos nestas quatro temporadas para superar o baiano neste ano.

Outro destaque do novo ranking histórico da ABRASP é o paulista Odirlei Coutinho, 32 anos. Ele novamente brigou por um primeiro título brasileiro e dividiu o terceiro lugar de 2011 com o pernambucano Halley Batista, vencedor do último Brasil Surf Pro do ano em Florianópolis. Ele saltou da nona para a sexta posição na lista dos melhores surfistas dos 25 anos do Circuito ABRASP.

Odirlei foi vice-campeão brasileiro em 2001/2004/2005 e agora só está abaixo dos top-5 de todos os tempos: Peterson Rosa, 37 anos, Jojó de Olivença, 44, Pedro Muller, 45, Wagner Pupo, 43, e Fábio Gouveia, 42. Neste ano, o surfista de Ubatuba ultrapassou três campeões brasileiros da década de 90, o potiguar Joca Júnior (1996), 42, e os bicampeões Ricardo Toledo (1991/1995), 43, e Tinguinha Lima (1990/1993), 47 anos.

A temporada 2011 foi encerrada com os catarinenses também festejando um bicampeonato na ABRASP. No ano passado, Jean da Silva, 26 anos, conseguiu finalmente colocar o estado de Santa Catarina na Galeria dos Campeões Brasileiros de Surfe Profissional. E Tomas Hermes, 24, liderou de ponta a ponta o ranking de 2011, até a consagração em casa na Praia da Joaquina. Já o catarinense mais bem colocado no ranking histórico é Guga Arruda, 38, em 11º lugar após a sua vigésima temporada na ABRASP.
Peterson Rosa / Foto Fabio Minduim (Divulgação Brasil 1)
O ranking histórico do Circuito Brasileiro foi produzido para a ABRASP poder ter um critério técnico para a categoria Master, que pode ganhar um circuito próprio em breve. Foi estabelecida a utilização da tabela de 1.000 pontos para os registros de todas as colocações dos atletas nos rankings dos 25 Circuitos Brasileiros da ABRASP.

No total, foram relacionados 853 competidores desde 1987, incluindo os treze surfistas que estrearam no ranking em 2011. Todos estão registrados no arquivo que pode ser acessado no link da notícia publicada no site da entidade - www.abrasp.com.br. Então, qualquer surfista que tenha participado de alguma etapa válida pelo título brasileiro ao longo destes 25 anos, poderá ver o seu nome e todas as suas colocações nos rankings de cada temporada.

Como no início do Circuito Brasileiro os Top-30 do ranking formavam uma espécie de elite que entrava nas fases mais avançadas das etapas, listamos abaixo os 30 melhores dos 25 anos da história da ABRASP. Curiosamente, a relação começa com Peterson Rosa e termina com o seu irmão mais jovem, Maicon Rosa, em trigésimo lugar.

TOP-30 dos 25 anos da história do Circuito Brasileiro da Abrasp:
1.o: Peterson Rosa (PR) - 11.354 pontos em 22 rankings - primeiro=1989 / último=2011
2.o: Jojó de Olivença (BA) - 11.199 pontos em 21 rankings - 1987 / 2007
3.o: Pedro Muller (RJ) - 10.546 pontos em 22 rankings - 1987 / 2008
4.o: Wagner Pupo (SP) - 10.399 pontos em 21 rankings - 1988 / 2008
5.o: Fábio Gouveia (PB) - 9.202 pontos em 21 rankings - 1988 / 2008
6.o: Odirlei Coutinho (SP) - 8.331 em 16 rankings - 1996 / 2011
7.o: Tinguinha Lima (SP) - 8.281 em 16 rankings - 1987 / 2003
8.o: Joca Junior (RN) - 8.094 em 19 rankings - 1988 / 2007
9.o: Ricardo Toledo (SP) - 7.772 em 16 rankings - 1987 / 2003
10: Victor Ribas (RJ) - 7.329 em 21 rankings - 1988 / 2011
11: Guga Arruda (SC) - 7.233 em 20 rankings - 1990 / 2011
12: Jair de Oliveira (SP) - 7.090 em 20 rankings - 1988 / 2007
13: Leonardo Neves (RJ) - 6.900 em 13 rankings - 1994 / 2011
14: Tadeu Pereira (SP) - 6.891 em 19 rankings - 1988 / 2007
15: Armando Daltro (BA) - 6.778 em 19 rankings - 1989 / 2007
16: Fábio Silva (CE) - 6.765 em 19 rankings - 1990 / 2009
17: Danilo Costa (RN) - 6.648 em 19 rankings - 1993 / 2011
18: Crhistiano Spirro (BA) - 6.531 em 19 rankings - 1989 / 2007
19: Paulo Matos (SP) - 6.523 em 14 rankings - 1987 / 2000
20: Sávio Carneiro (PE) - 6.176 em 20 rankings - 1989 / 2008
21: Renan Rocha (SP) - 6.122 em 18 rankings - 1988 / 2006
22: Renato Galvão (SP) - 6.121 em 09 rankings - 2003 / 2011
23: Dunga Neto (CE) - 5.855 em 17 rankings - 1992 / 2010
24: Guilherme Herdy (RJ) - 5.720 em 18 rankings - 1990 / 2010
25: Beto Fernandes (SP) - 5.355 em 15 rankings - 1993 / 2010
26: Eric Miyakawa (SP) - 5.329 em 16 rankings - 1990 / 2006
27: Tânio Barreto (AL) - 5.256 em 11 rankings - 1996 / 2011
28: Ricardo Tatuí (RJ) - 5.221 em 13 rankings - 1988 / 2000
29: Rodrigo Dornelles (RS) - 4.857 em 19 rankings - 1989 / 2011
30: Maicon Rosa (PR) - 4.825 em 14 rankings - 1993 / 2007

Por João Carvalho  / Foto Fabio Minduim (Divulgação Brasil 1)

21 de dezembro de 2011

Larissa dos Santos com patrocínio mais forte

A campeã Brasileira, Nordestina e Cearense de 2011 Larissa dos Santos é a mais nova contratação da Empresa Pena.

Larrisa é local da Praia do Titanzinho, em Fortaleza, com apenas 13 anos de idade ela já possui uma grande bagagem de títulos, mas estava sem patrocínio de bico há 2 anos. Dona de um surf fluido e estiloso ela vem da nova safra de atletas do surf feminino que se formou junto a escola de surf do Titã, celeiro de grandes talentos como Fábio Silva, Pablo Paulino, André Silva, Tita Tavares e muitos outros.
Mesmo com ajuda apenas do seu co-patrocinador, a Surfbeat, que lhe deu todo apoio, a "pequena" chegou a vencer todos os circuitos que competiu. Agora, com o patrocínio da marca Pena, a atleta tem mais uma chance na evolução da sua precoce carreira.

Os objetivos de Larissa para 2012, são competir os circuitos Cearense, Nordestino, Brasileiro e o Pro Jr., onde deve ganhar experiência em outras ondas fora do Estado.

“Estou muito feliz em entrar na Pena, agora a responsabilidade aumenta ainda mais, pois sei que é uma marca grande. Espero dar o máximo de mim para fortalecer este time de campeões, declarou Larissa muito emocionada com a conquista tão esperada por ela e pela família Sukita.

Por Lima Jr.

Rafale Joaquim sagra-se campeão do Circuito Potiguar de Surf 2011

Com um surf muito agressivo e inovador, Rafael Joaquim venceu as principais categorias do Ecologica Mormaii de Surf 2011, encerrado no último domingo (18), na Praia do Amor, em Pipa/RN.
Válida como a última etapa do Circuito Potiguar, o evento contou com 11 categorias e esgotou todas as vagas. Com praia lotada e ondas mexidas de até um metro “Cangulinho”, que é local do pico, não tomou conhecimento dos adversários e aplicou vários aéreos para ser o campeão Júnior e Open.

Lucas Pires entrou em sintonia com as ondas e venceu a Mirim, enquanto o local de Baia Formosa, Israel Júnior, foi o melhor entre os Iniciantes. O paraibano Arthur Vilar foi o vencedor entre os universitários numa final com três potiguares.
Já no Feminino, Gilvanilta Ferreira finalizou o ano com mais uma bela atuação. A campeã brasileira surfou tranqüila e mostrou um repertório cada vez mais radical. Entre os mais "coroas" a festa ficou por conta de Gustavo Jorge na Grand Máster e Betão na Legends.

Emanuel de Souza foi o melhor na Sênior, barrando o local, Tom da Pipa, que vinha muito bem nas fases anteriores. Niclebson Santos comemorou mais uma vitória nos pranchões e Ivan Medeiros levantou o troféu de campeão Máster.

Por André França / Fotos Rogério Vital

Vídeo: final do T&C Tent Beach SP Contest 2011

Confira os melhores momentos do circuito que definiu os campeões metropolitanos de São Paulo e completou dez anos nesta temporada, que teve seis etapas realizadas (zonas Leste, Grande ABC, Norte, Sul, Oeste e Confronto Final) e definiu os campeões metropolitanos de São Paulo.

A captação de imagens é do vídeomaker Fábio Carvalho de Oliveira, as aquáticas de Roberto Pierantoni e Dadá Nascimento, e a edição da 13 Produções, com apoio do RPXcom Birô de Comunicação.
Os campeões metropolitanos da temporada foram Eduardo Maia (Open Grande São Paulo), Eduardo Domingues (Long Grande São Paulo), Taciano Parri (Máster Grande São Paulo), Vivian Messina (Feminina Grande São Paulo) e Bruno Romano (Júnior Grande São Paulo).

Todos eles, além dos primeiros colocados no ranking dos SP Trials (Henrique Scaff/Open e Paulo Giachetti/Long) receberam de prêmio da Associação de Surf da Grande São Paulo (ASGSP), organizadora do circuito em conjunto com a empresa de promoção Event Tools, uma viagem com tudo pago para o Peru, cortesia da Nivana Super Trips.

Por Roberto Pierantoni 

20 de dezembro de 2011

Pausada para skatistas, surfistas e artistas, em Bertioga

Espaço alternativo irá unir o astral do surf, a radicalidade do skate e a qualidade da boa música, em um ambiente rústico e agradável

A pousada batizada como Tablas/Nicoboco Surf Skate Camp, será inaugurada nesta quinta-feira (22/12), em Bertioga (SP). Além da hospedagem, o espaço oferecerá aulas de surf, skate, slacklining (corda bamba), cama elástica, bilhar, produção de vídeos para atletas e boat trips. “O empreendimento tem como principal objetivo incentivar a prática de esportes radicais e hospedar simpatizantes e artistas em um único local”, conta o idealizador do projeto, Luis Magalhães, freesurfer patrocinado pela marca de surfwear.
Foto divulgação
Segundo ele, a pousada contará ainda com ambientes para alongamento e banks (piscina de skate). “Diferente de todos os outros lugares, nossa expectativa é envolver a magia do astral do surf, a radicalidade do skate e a qualidade da boa música, em um ambiente rústico e agradável.”

Outro sonho prestes a ser realizado por Magalhães é ver crianças pelos corredores do empreendimento. “Na alta temporada iremos recepcionar hóspedes comuns, mas ao longo do ano queremos trazer crianças entre 5 e 8 anos, matriculadas em escolas paulistas, para sentirem este lifestyle e conhecerem esta estância balneária.”

Assista ao vídeo com as primeiras imagens do espaço:
 

A Tablas/Nicoboco Surf Skate Camp está localizada na rua Caminho S. Lima, 90, a 121km de distância da capital paulista. Outras informações são obtidas através do telefone (13) 3317-5048.

Por Emanuelle Oliveira

A história do skate em Osasco

A prática do skate no Brasil na década de 70 não se deu ativamente somente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Inúmeras outras tiveram uma cena consolidada, embora não tivessem espaço na mídia especializada. Osasco, cidade paulista, é um bom exemplo. O skate circula pelas suas ruas há muitos anos. E, alguns skatistas de lá, comprometidos em não deixar as histórias locais desaparecerem no tempo, resolveram colocar em prática a ideia de fazer um documentário sobre o skate em Osasco.
O mote para isso será o primeiro campeonato de skate de Osasco, realizado no ano 1977. De acordo com Luiz Fernando da Silva, diretor do documentário, "estamos atrás de informações sobre este campeonato realizado nas modalidades de freestyle e slalom, com participação de Kao Tai, Bola 7, Carioca e muitos outros. Buscamos notícias dos participantes, fotos, cartaz, classificação, troféus, matérias de jornais, revistas da época ou algum fato relacionado ao evento".

Se algum leitor tiver participado ou tiver algum conhecimento sobre o evento citado, vale a pena contribuir para a história do skate não só de Osasco, como de todo o Brasil.

Fonte Campeonatosdeskate


Wendhausen e o seu estranho aéreo!

O repertório de manobras dos surfistas aumentam ou se renovam num curto espaço de tempo, trazendo mais competitividade e atraindo a atenção do público, graças a ousadia, coragem e criatividade dos jovens atletas. Muitos deles acabam se transformando em verdadeiros profissionais do mundo circense para completar uma manobra, principalmente o aéreo.
Recentemente um surfista brasileiro, de Florianópolis, Ricardo Wendhausen realizou um aéreo digno de um high score em qualquer campeonato de surf. Assista e veja com os próprios olhos... 

Redação InnerSport

Brasil aposta em Wiggoly e Hermes no ISA China Cup

Brasil e EUA vão levar para o outro lado do mundo seus melhores atletas para competirem no ISA China Cup, competição incluída na Hainan Wanning Riyue Bay International Surfing Festival Presented by Quiksilver. O evento começa no próximo dia 7 de Janeiro, e tem previsão de término no dia 10, contando com as 8 equipes mais bem classificadas dos ISA World Games.
Wiggoly Dantas / Crédito RedBull
O Brasil aposta no mais recente campeão brasileiro, Tomas Hermes, e num dos surfistas mais atirados e talentosos da nova geração, Wiggoly Dantas. Ambos são experientes competidores no circuito Prime da ASP. Bruno Galini Ramos e Messias Mailson fecham a equipe masculina. Na equipe feminina, Bruna Schmitz, a jovem ex-surfista do WWT junta-se a Diana de Souza, vencedora da medalha de bronze nos ISA World Junior Championships em 2006.

Já os americanos aposta em Cory Lopez, ex-surfista do WT que em 2011 esteve muito perto de se qualificar novamente e já venceu algumas etapas do Tour, Chris Ward, um dos maiores talentos do surf americano, ex-WT e finalista do Pipemasters em 2009, Taylor Clark, talentoso surfista júnior que teve wildcard para competir no Rip Curl Pro Search San Francisco e Trevor Thornton, outro valor seguro do surf americano e vencedor dos U.S. West Coast Championships em 2011. Nas meninas, a equipe liderada por Ian Cairns conta com Sage Ericksson, surfista recém qualificada para o WWT em 2012 e Taylor Pitz, jovem surfista talentosa.
Cory Lopez
Ambas as equipes vão com os olhos postos na vitória individual e de grupo. Vale lembrar que será a primeira vez em que ISA e ASP se juntam para fazer um evento.

Fonte SP

Quik Pro NY sai por questões financeiras

Foram divulgados os motivos que levaram ao cancelamento Quiksilver Pro NY no calendário da ASP. Segundo o anúnico realizado no último sábado, apenas informaram que a etapa não seria realizada.
Crédito ASP
Agora, à Transworld Business, Rob Colby, presidente da Quiksilver Americas, revelou os motivos: "os custos de produção, os gastos excedentes causados pelo furacão Irene e precaução relativamente ao próximo ano fiscal (2012)". Colby afirmou que "apesar das vendas no mercado americano estarem bem, a Quiksilver não quer se arriscar e prefere a cautela". Segundo Colby, o Quiksilver Pro NY, com os seus gastos não planejados, representou um investimento arriscado.

O presidente da Quiksilver nas Americas revelou ainda que em 2013 voltarão a examinar a situação e ponderar o regresso do evento, "acredito muito no conceito de ter eventos em lugares em grandes áreas metropolitanas"

Fonte SurfPortugal